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segunda-feira, 21 de maio de 2012

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Pensando em financiar um veículo? Veja quanto você pagaria em cada banco

SÃO PAULO – As novas taxas de juros anunciadas pelos bancos públicos e pelos principais bancos privados afetaram diversas linhas de crédito. Nesse novo cenário, a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) fez um levantamento de como ficaram os financiamentos de automóveis.
Para isso, comparou o financiamento de um carro no valor de R$ 25.000,00 - à vista - em seis instituições financeiras, sendo elas: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco, Santander e HSBC.
A simulação considerou um financiamento em 48 meses, sem entrada. As taxas de juros usadas – novas e antigas – são taxas médias praticadas pelas instituições financeiras.
A maior economia foi observada no financiamento feito no Banco do Brasil. O valor total passou de R$ 36.542,01 para R$ 34.279,36, com as taxas médias passando de 1,67% para 1,37%. A economia deste financiamento foi de R$ 2.262,65.
Veja as demais simulações:
Financimento de veículo
ModalidadeTaxa anteriorNova taxaValor anterior
(total/parcela)
Valor após nova taxa
(total/parcela)
Queda no preço total
Banco do Brasil1,67%1,37%R$ 36.542,01 / R$ 761,29R$ 34.279,36 / R$ 714,15R$ 2.262,65
Caixa Econômica Federal1,83%1,82%R$ 37.781,24 / R$ 787,11R$ 37.703,13 / R$ 785,48R$ 78,10
Itaú1,84%1,62%R$ 37.859,43 / R$ 788,74R$ 36.159,36 / R$ 753,32R$ 1.700,07
Bradesco1,71%1,60%R$ 36.849,72 / R$ 767,70 R$ 36.006,91 / R$ 750,14 R$ 842,81
Santander1,72%1,68%R$ 36.926,87 / R$ 769,31R$ 36.618,81 / R$ 762,89 R$ 308,06
HSBC1,63%1,78%R$ 36.235,71 / R$ 754,91R$ 37.391,58 / R$ 778,99R$ 1.155,87

Cavalgada Tropeira em Piquete SP

Data: 02/06/2012
 Cavalgada: Saída e Chegada no Recinto de Festas. Percurso: Principais pontos turísticos da cidade. Exposição tropeira. Almoço tropeiro. Shows com duplas de São Paulo e da cidade de Piquete

BOLSO: Cesta básica está mais cara na região, diz pesquisa

Taubaté continua sendo tendo os maiores preços nos alimentos diários. Os dados são do Nupes.

Uma pesquisa do Nupes – Núcleo de Pesquisas Econômicas da Unitau – apontou que o preço de vários produtos da cesta básica aumentou na região nesse último mês.

Alguns produtos, como a batata são as vilãs da compra dos consumidores. Por outro lado, outros produtos tiveram redução de preços.

Campos do Jordão continua a ser a cidade da região com a cesta básica mais barata – custo médio de R$ 957,43. Já Taubaté a mais cara – custo médio de R$ 978,01.

Entre os produtos pesquisados que apresentaram maiores altas está a batata, aumento de 40,10% - feijão carioquinha , 9,04% e óleo de soja, 5,61%. Os produtos que apresentaram as maiores reduções foram: tomate, cenoura e ovos.

O preço da batata aumentou em todos os locais pesquisados. Motivo, segundo o Nupes é a redução da área plantada do produto e o fim da safra das águas. Além disso, ocorreu um realinhamento nos preços, o excesso do produto nos primeiros meses do ano tinha provocado uma grande redução nos preços, em abril, com o fim da colheita nas principais áreas produtoras os preços subiram, voltando aos patamares normais.

Com o frio chegando as hortaliças tendem a ficar mais caras. O excesso de chuvas no mês de janeiro provocou atraso no plantio das folhas. A dica para não deixar a boa alimentação de lado por causa do preço, e comer sempre a mais barata.

Com relação as frutas, o morango começa a ter queda nos preços e aumento na qualidade, já que o período é favorável à colheita.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Primeiro ano de casados, Romualdo e Ariani. 07/05/12

Entenda o rendimento da nova poupança.




Como (quase) todo mundo já deve saber, o governo promoveu mudanças no rendimento da poupança. E com essas mudanças, foi retirada a maior qualidade da poupança: sua simplicidade.

Enquanto praticamente todos os investidores tomaram conhecimento das alterações, pouquíssimos realmente entenderam as mudanças e – principalmente – como será o rendimento da nova poupança.

O objetivo deste artigo é apresentar as novas regras da caderneta de poupança, explicar como ficará o rendimento a partir de agora e fazer algumas simulações para comparar a rentabilidade atual com a futura rentabilidade, a depender da Selic.

O que muda na nova poupança

A partir de hoje (04/04/2012), todos os depósitos efetuados na caderneta de poupança estarão sujeitos às novas regras. Isso significa que o dinheiro que já estava aplicado até ontem (03/04/2012), permanecerá com a mesma rentabilidade: TR + 6,17% ao ano.

Em outras palavras, até então a poupança tinha um rendimento fixo, que correspondia a 6,17% ao ano + TR.

Agora o rendimento da poupança poderá ser fixo ou variável, a depender da Selic (taxa básica de juros do Brasil). Ficará assim:

Se a Selic estiver maior que 8,5%, o rendimento permanece fixo (6,17% a.a. + TR).

Se a Selic estiver menor ou igual a 8,5%, o rendimento passa a variar (70% da Selic + TR).

É provável que alguns ainda não tenham entendido a diferença, mas farei simulações mais adiante para facilitar a compreensão.

O que não muda

Enquanto a Selic estiver acima de 8,5%, nada muda. Hoje, por exemplo, a Selic está em 9%.

Além disso, o rendimento da poupança permanece isento do imposto de renda e a liquidez continua imediata.

Em outras palavras, se você solicitar o resgate de parte do seu dinheiro, o valor cairá imediatamente em sua conta corrente.

Rendimento da poupança

Para entender a rentabilidade na nova poupança, observe o quadro abaixo:


Enquanto a Selic estiver acima de 8,5%, a rentabilidade permanece em 6,17% ao ano + TR.

De 8,5% para baixo, o rendimento passa a ser 70% da Selic + TR. A fórmula é super simples: Rendimento = Selic * 0,7 + TR

Qual o motivo da mudança?

O governo precisou mudar a poupança para continuar reduzindo a taxa básica de juros (Selic). Atualmente a Selic está em 9%, mas deve cair mais nos próximos meses.

Sempre que a taxa Selic é reduzida, cai também o rendimento das demais aplicações de renda fixa, inclusive os títulos públicos.

É aí onde começaria o problema: se a Selic caísse até 8,5% (ou menos), a caderneta de poupança ficaria mais atrativa que o investimento em títulos públicos.

E se os investidores deixassem de investir em títulos públicos para aplicar na poupança, o governo perderia uma das suas principais fontes de financiamento.

Explicando rapidamente: o governo emite títulos públicos para captar recursos dos investidores e utilizá-los para investir no desenvolvimento do país. Caso os investidores deixassem de investir nesses títulos, o governo não teria dinheiro para pagar suas dívidas e continuar investindo.

Conclusão

Na minha opinião, a poupança perdeu uma das suas principais características: a simplicidade. Até então qualquer pessoa aplicava na poupança “sem medo de errar”, tamanha a simplicidade desse investimento.

Agora muitos não entender e, por isso, estão com receio de continuar aplicando seu dinheiro na poupança.

É importante deixar claro que a forma como você aplica e resgata seu dinheiro não muda. E o risco continua muito baixo, como sempre foi. Essa mudança não tem nada a ver com o confisco promovido em 1990 com o anúncio do Plano Collor. Pode ficar tranquilo.

Por fim, acredito que essas mudanças são muito boas para nosso país, pois a possibilidade de redução ainda maior da taxa de juros estimula a oferta de empréstimos a taxas mais baixas e assim incentiva o consumo e movimenta a economia.

por Rafael Seabra em Poupança
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