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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Estudantes de Taubaté criam tecnologia de combate à dengue

Objetivo é agilizar mapeamento da doença e direcionar o combate.
Ferramenta será criada em 2013 por meio de parceria com a prefeitura.

Carlos Santos
Do G1 Vale do Paraíba e Região
 

São Sebastião corre risco de ter epidemia de dengue no verão (Foto: Divulgação/Prefeitura de São Sebastião) Tecnologia deve auxiliar o combate às larvas do
mosquito transmissor (Foto: Divulgação)
Estudantes de engenharia da Universidade de Taubaté (Unitau) vão desenvolver um sistema que deverá ajudar o poder público a direcionar estratégias e reduzir os registros de dengue - doença que atingiu cerca de 3.500 pessoas somente este ano na região.

O projeto será desenvolvido pelos alunos de engenharia da computação ao longo de 2013 por meio de uma parceria entre a Unitau e a Vigilância Epidemiológica, que irá oferecer uma capacitação ao grupo de alunos nesta quinta-feira (6). O treinamento prevê apresentar o trabalho de combate à dengue desenvolvido pela prefeitura. No período da tarde, os alunos irão participar das abordagens feitas pelos agentes nas ruas.
Sistema
O projeto dos estudantes prevê a criação de um aplicativo de celular para a transmissão em tempo real das informações coletadas pelos agentes de vigilância. As informações serão usados para alimentar um banco de dados e um mapa digital que também serão desenvolvidos.

O mapa digital deve mostrar o número e a localização dos casos registrados na cidade. O conteúdo deve ficar acessível à população. Já a proposta do mapa digital sobre os casos de dengue em Taubaté permite o acompanhamento, em tempo real, das informações sobre os casos da doença e ajuda a definir a estratégia de combate.

"Saúde é algo que tem que ser transmitido por todos, independente da área em que atua. Essa integração irá nos dar mais agilidade ao trabalho, porque se souber das informações rapidamente o combate é mais eficaz", explicou Stella Zöllner, coordenado do Controle de Animais Sinantrópicos (CAS).

Além da agilidade e precisão, as inovações eliminarão os formulários usados pelos agentes, que mensalmente chegam a cinco mil páginas. A experiência da plataforma digital no combate à dengue pode abrir porta para o emprego da tecnologia no controle de outros vetores na área da saúde em Taubaté. "Vamos usar como modelo a dengue, mas nada impede que a gente faça isso mais pra frente em outros casos. É a modernidade", afirma Stella.

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