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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Polícia investiga furto de explosivos na Imbel em Piquete

Segundo a polícia, cerca de 50 quilos de material teriam sido levados.
Até o momento ninguém foi preso e ainda não há suspeitos.

Suellen FernandesDo G1 Vale do Paraíba e Região
A Polícia Civil investiga o furto de 31 peças de explosivos na fábrica da Imbel (Indústria de Material Bélico do Brasil) em Piquete, no interior de São Paulo. Os artefatos foram levados de um paiol alugado para a empresa Maxam, da cidade vizinha, Cruzeiro. De acordo com a polícia, o galpão que abrigava os explosivos foi arrombado na madrugada desta segunda-feira (3).
Segundo o setor de investigações da Polícia Civil, o local fica próximo a uma região de mata e a suspeita é que os criminosos tenham tido acesso ao galpão por um matagal. "A segurança da empresa só percebeu hoje (segunda-feira) pela manhã o arrombamento. Foram abertas três caixas de explosivos, não temos pistas ainda sobre o número de criminosos envolvidos na ação", disse o investigador Ericson Marcos dos Santos ao G1.
De acordo com Ericson, o material tem alto potencial explosivo. "São peças utilizadas pela construção civil e para atividades ligadas à mineração. A possível utilização deste arsenal na explosão de caixas eletrônicos, por exemplo, representa um grande risco", afirmou.
A fábrica foi periciada na manhã desta segunda-feira (3) e cerca de 65 homens entre policiais e militares do Exército fizeram buscas por pistas e explosivos pelo bairro Portão da Limeira, onde a empresa está localizada. Nada foi encontrado.

A empresa informou que guardas fazem a segurança do galpão, mas não havia ninguém no local onde ocorreu o arrombamento.
Ninguém foi preso e a polícia ainda não tem suspeitos do crime. Um inquérito foi instaurado. Os explosivos possuem identificação da empresa Maxam.
Ministério da DefesaA Imbel é uma empresa mista, vinculada ao Ministério da Defesa. Por telefone, o G1 tentou contato com a assessoria de imprensa do órgão por volta das 19h30, mas ninguém atendeu.

Um comentário:

  1. O governo está pagando vigilante particular pra tomar conta de um paiol de armamentos do exercito? E os soldados servem pra quê? É muita estupidez. Ainda alugaram um paiol para uma empresa terceirizada. Só brasileiro pra fazer uma prezepada destas.

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