Segundo a polícia, cerca de 50 quilos de material teriam sido levados.
Até o momento ninguém foi preso e ainda não há suspeitos.
Segundo o setor de investigações da Polícia Civil, o local fica próximo a uma região de mata e a suspeita é que os criminosos tenham tido acesso ao galpão por um matagal. "A segurança da empresa só percebeu hoje (segunda-feira) pela manhã o arrombamento. Foram abertas três caixas de explosivos, não temos pistas ainda sobre o número de criminosos envolvidos na ação", disse o investigador Ericson Marcos dos Santos ao G1.
De acordo com Ericson, o material tem alto potencial explosivo. "São peças utilizadas pela construção civil e para atividades ligadas à mineração. A possível utilização deste arsenal na explosão de caixas eletrônicos, por exemplo, representa um grande risco", afirmou.
A fábrica foi periciada na manhã desta segunda-feira (3) e cerca de 65 homens entre policiais e militares do Exército fizeram buscas por pistas e explosivos pelo bairro Portão da Limeira, onde a empresa está localizada. Nada foi encontrado.
A empresa informou que guardas fazem a segurança do galpão, mas não havia ninguém no local onde ocorreu o arrombamento.
Ninguém foi preso e a polícia ainda não tem suspeitos do crime. Um inquérito foi instaurado. Os explosivos possuem identificação da empresa Maxam.
Ministério da DefesaA Imbel é uma empresa mista, vinculada ao Ministério da Defesa. Por telefone, o G1 tentou contato com a assessoria de imprensa do órgão por volta das 19h30, mas ninguém atendeu.
De acordo com Ericson, o material tem alto potencial explosivo. "São peças utilizadas pela construção civil e para atividades ligadas à mineração. A possível utilização deste arsenal na explosão de caixas eletrônicos, por exemplo, representa um grande risco", afirmou.
A fábrica foi periciada na manhã desta segunda-feira (3) e cerca de 65 homens entre policiais e militares do Exército fizeram buscas por pistas e explosivos pelo bairro Portão da Limeira, onde a empresa está localizada. Nada foi encontrado.
A empresa informou que guardas fazem a segurança do galpão, mas não havia ninguém no local onde ocorreu o arrombamento.
Ninguém foi preso e a polícia ainda não tem suspeitos do crime. Um inquérito foi instaurado. Os explosivos possuem identificação da empresa Maxam.
Ministério da DefesaA Imbel é uma empresa mista, vinculada ao Ministério da Defesa. Por telefone, o G1 tentou contato com a assessoria de imprensa do órgão por volta das 19h30, mas ninguém atendeu.
O governo está pagando vigilante particular pra tomar conta de um paiol de armamentos do exercito? E os soldados servem pra quê? É muita estupidez. Ainda alugaram um paiol para uma empresa terceirizada. Só brasileiro pra fazer uma prezepada destas.
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